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- CBioClima participa ativamente do Workshop Programa de Mudanças Climáticas Globais promovido pela FAPESP
Realizado no final de agosto, pesquisadores se reuniram para debater o impacto das mudanças do clima. Por Michelle Braz As recorrências noticiosas dos últimos meses não deixam dúvidas: entre as tragédias de enchentes e queimadas pelo Brasil até a alta dos preços dos alimentos ao agravamento de doenças, a mobilização do conhecimento acerca das pesquisas sobre as mudanças climáticas globais se faz imperativa enquanto prioridade científica. Para promover a integração entre os projetos financiados pelo Programa FAPESP de Pesquisa sobre Mudanças Climáticas Globais (PFPMCG), além de estimular a própria integração entre os pesquisadores, a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo promoveu um workshop neste eixo temático estratégico, no caso sediado no Instituto de Geologia (IG), da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), nos dias 27 e 28 de agosto. O CBioClima se manifestou em diversas propostas de sessões temáticas neste evento e aqui abordaremos as principais contribuições ao debate de nossa diretoria e pesquisadores associados. Apresentação do CBioClima à comunidade científica “Sempre me perguntam como surgiu a ideia de nosso Centro e gostaria de explorar esta perspectiva aqui!”. Foi neste tom de entusiasmo que a diretora do CBioClima, Patrícia Morellato, introduziu sua explanação sobre a formação e as particularidades científicas do CBioClima no segundo dia do evento. “Temos cinco objetivos principais de desenvolvimento sustentável no Centro: vida na terra, a vida na água, mudanças do clima, igualdade e equidade e educação. Mas é óbvio que sempre tem outros temas em associação”, relembrou a diretora. Além da apresentação do organograma institucional e dados estatísticos sobre números de pesquisadores e publicações, Morellato destacou a missão do Centro de ser o primeiro observatório de pesquisa em biodiversidade e mudanças do clima focado na oferta de soluções sustentáveis e inovação baseada em ciência, além de viabilizar, desse modo, a disseminação dos conhecimentos ali gerados. Em diversos momentos de sua exposição, a pesquisadora enfatizou a necessidade de debruçamento científico entre as mudanças do clima com a manutenção da biodiversidade: “precisamos integrar, entender os efeitos destas mudanças dentro da biota. Não basta só entender como o clima muda, o que ele faz, quais os desastres naturais que ocorrem? Mas é o que acontece com a biodiversidade? E mais: como a recuperamos?”, problematizou Morellato. A diretora do CBioClima delineou também os direcionamentos estratégicos do Centro, no caso, articulados em várias frentes específicas de pesquisas e projetos: síntese e big data; História Natural: dos genes aos ecossistemas; dimensões da biodiversidade; microbioma para soluções sustentáveis; inovação; disseminação. A partir de vários exemplos de pesquisas finalizadas ou em desenvolvimento, Morellato sintetizou os desafios futuros do CBioClima em projeção internacional: “o Global Sul precisa trabalhar mais e melhor. Lutamos por este esforço de integração. Nossos problemas convergem e já estamos, por exemplo, realizando um monitoramento de vegetações sazonalmente secas em parceria com o continente africano. Isso viabiliza soluções”, enfatizou a pesquisadora. “Temos muitas frentes de atuação! Inovação, disseminação, o segmento de educação e formação de recursos humanos em todos os níveis. Desenvolvemos uma rede de ciência cidadã com alcance social, pois sabemos que muitos conceitos ainda são internalizados, inacessíveis. Queremos nos conectar com as pessoas e fazer a ciência crescer”, enfatizou a diretora Patrícia Morellato em sua fala de encerramento. Curadoria na chamada FAPESP-NFRF Além da exposição das especificidades do CBioClima, a diretora Patrícia Morellato problematizou, agora na perspectiva de curadora, sobre a chamada de cooperação internacional da Fapesp-NFRF (New Frontiers in Research Fund), fundo de pesquisa canadense de Iniciativa Conjunta Internacional para Pesquisa em Adaptação e Mitigação de Mudanças Climáticas, nos anos de 2022 e 2023. No caso, a chamada em questão objetivou a promoção e a implementação de estratégias de adaptação e mitigação coproduzidas para grupos vulneráveis, numa articulação de colaboração entre financiadores de oito países – Brasil (a partir da FAPESP), Canadá, Alemanha, Noruega, África do Sul, Suíça, Reino Unido e Estados Unidos. Sobre a coprodução especificamente, Morellato ressaltou que está é “uma palavra que estamos escutando cada vez mais: a ciência não só trazer a pesquisa, mas coproduzir com seu público-alvo”. Entre os resultados obtidos, Morellato salientou que a complexidade era significativa em relação aos pré-requisitos do projeto. Em linhas gerais, a chamada elencou oito riscos-chave, sendo que todo projeto pleiteado deveria obrigatoriamente contemplar ao menos dois riscos como escopo e justificativa científica, além da associação com ao menos três parceiros internacionais entre os países associados. Fora a necessidade de um corpo científico transdisciplinar para execução do projeto e a promoção de jovens pesquisadores em seus times. “Nós, pesquisadores, precisamos ser desafiados. Esta era uma chamada que os projetos financiados deveriam ter o potencial de criar uma mudança ou impacto significativo. Algo muito arrojado que merece nossa atenção”, concluiu Morellato. Mais informações sobre o NFRF através do link: https://www.sshrc-crsh.gc.ca/funding-financement/nfrf-fnfr/international/2023/competition-concours-eng.aspx#eligible-projects Desafios ao setor da Aquicultura Na tarde do primeiro dia do evento, Patricia Morellato, pesquisadora e diretora do CBioClima, também fez a mediação da terceira sessão plenária – “Biodiversidade, Mudanças de Uso do Solo e Agricultura”. Entre os participantes desta sessão, Guilherme Wolff, professor da Unesp e pesquisador associado ao CBioClima, destacou sua trajetória de pesquisas no setor de Aquicultura. De antemão, o pesquisador contextualizou o interesse governamental na última década pela outorga na produção de animais aquáticos no Brasil, principalmente em ambientes continentais, ao destacar, por exemplo, o fato de que as projeções econômicas brasileiras reforçam o caso da tilápia de se tornar uma commodity. Para tal empreitada, Wolff destaca a necessidade de parâmetros investigativos de gestão e manejo até os limites de produção para cada ambiente, justamente uma problemática acentuada pelas mudanças climáticas, ainda mais nos processos de produção de um animal pecilotérmico. Entre as iniciativas em desenvolvimento, Wolff manifestou a consolidação de disciplinas de pós-graduação específicas até o avanço das pesquisas na área. “Hoje, por exemplo, nós desenvolvemos equipamentos, sensores capazes de identificar a condição climática e compreender a fisiologia do animal. Fazer a previsão futura de crescimento de sua biomassa e o lançamento de resíduos. Toda informação integrada em tempo real”, informou o pesquisador. Em síntese, Wolff também enfatizou o papel de políticas públicas em relação à conscientização ambiental nestes processos de aquicultura. “Além do painel de monitoramento dessas fazendas, importante premiar os gestores com boas práticas de manejo, que usam uma ração de melhor qualidade, tendo a checagem de resíduos. Afinal, qualquer oscilação climática ou ambiental, estes animais podem morrer do dia para a noite”, assevera. Legado do Programa Mudanças Climáticas Na sessão de abertura, o pesquisador Célio Haddad, diretor científico da área de Biologia da FAPESP e coordenador científico do CBioClima, salientou a amplitude dos problemas e os desafios pujantes deste escopo investigativo. “Este tema é muito relevante, sendo que afeta diretamente nossa sociedade. Desde as temperaturas e a seca acima da média, o que proporcionam os incêndios, até os problemas de saúde pública e de ordem econômica”, destacou o coordenador na primeira hora de início do evento. Em consonância, Haddad reforçou o próprio legado bem-sucedido dos 16 anos de existência do Programa Mudanças Climáticas financiados pela FAPESP a partir de alguns parâmetros estatísticos. Desde seu surgimento em 2008, o Programa já aprovou mais de 1100 propostas, o que representa um investimento de mais de 250 milhões de reais. O pesquisador também alinhou a relevância deste segmento estratégico em outra perspectiva. “Como educador e professor universitário, o que mais me chama atenção foi a concessão de mais de 850 bolsas de pesquisa nos diferentes níveis. Refletindo muito na formação de recursos humanos qualificados nesta área extremamente importante”, concluiu Haddad. Para saber mais sobre as iniciativas deste Programa FAPESP, acesso o link: https://fapesp.br/pfpmcg/ E vale a pena lembrar que todo o conteúdo do evento está disponível para assistir. Basta acessar ao site: https://fapesp.br/16957/workshop-do-programa-mudancas-climaticas-globais
- Leonardo Fracetto, coordenador de Inovação do CBioClima, participou da ACS Fall 2024 em Denver
Prof. Fraceto participou de reuniões e apresentou palestra no evento por: Leonardo Fraceto Fotos das participações realizadas pelo Prof. Fraceto durante a conferência. No período de 16 a 22 de agosto de 2024 o Prof. Leonardo Fraceto participou No Centro de Convenções em Denver nos Estados Unidos da reunião do ACS Committee on International Activities do qual é membro Associado e pode na oportunidade apresentar os avanços do ACS Brazil Chapter para os membros do Comitê. Além desta ação, o Prof. Fraceto realizou apresentação oral do trabalho “Nano-based herbicide formulations: from development to mechanisms of action” na sessão de AGRO: Formulation – Advances, Boundaries & Future. Os resultados apresentados são de pesquisas realizadas no âmbito do INCTNanoAgro ( www.inctnanoagro.com.br ) e do CEPID em Biodiversidade e Mudanças Climáticas – CbioClima ( https://www.cbioclima.org/ ). Ainda, durante o evento o Prof. Fraceto foi convidado para participar da atividade ACS Global Connect onde pode contar como tem sido a sua experiência com a American Chemical Society ao longo dos anos. Sobre o ACS Fall, o evento é um dos dois grandes eventos que a ACS promove nos EUA todos os anos. No ACS Fall 2024 estiveram presentes ao redor de 12 mil participantes com apresentações em diferentes áreas do conhecimento. Além dos artigos técnicos, o ACS Fall 2024 ofereceu diversos eventos para que os participantes possam avançar na carreira, bem como, aprimorar suas habilidades de liderança. O Prof. Fraceto agradece ao Conselho/Chefia do Departamento de Engenharia Ambiental e a Direção/Congregação do Campus pela autorização para participação neste evento uma vez que a participação do Prof. Fraceto possibilitou a ampliação de colaboração científica com pesquisadores e membros da comunidade química internacional, desta forma, contribuindo para o aumento da visibilidade da Unesp no cenário internacional. O Prof. Fraceto agradece ainda o suporte financeiro da ACS e FAPESP para que pudesse participar no evento.
- Projeto liderado pela Unesp investiga os impactos dos eventos climáticos extremos na Caatinga em uma parceria entre Brasil e China
O estudo, liderado pela Unesp Rio Claro e financiado pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), destaca a importância da colaboração internacional para o avanço das pesquisas sobre os impactos das mudanças climáticas. Por: Gabriela Andrietta O projeto, que conta com a participação da Embrapa, e de outras instituições de pesquisa dos dois países, é coordenado na China pela Beijing Normal University. O objetivo é compreender como secas severas e ondas de calor afetam a biodiversidade, a estrutura do solo e os processos ecológicos desse bioma singular. Um dos aspectos inovadores do projeto é o monitoramento fenológico global do Jacarandá (Jacaranda mimosifolia Don.), uma espécie escolhida devido à sua ampla distribuição em 55 países. Este projeto piloto poderá ser replicado para outras espécies e regiões, ampliando a coleta de dados e o envolvimento de mais pesquisadores. Os pesquisadores utilizam técnicas avançadas como sensoriamento remoto, modelagem climática e análise de dados meteorológicos de longo prazo. Além disso, são realizados estudos de campo para monitorar a flora, a fauna e os ciclos biogeoquímicos da Caatinga, com o objetivo de desenvolver estratégias de adaptação para mitigar os impactos das mudanças climáticas e preservar este bioma. Workshop na Unesp de Rio Claro Participantes do Workshop no auditório da biblioteca da Unesp de Rio Claro. Foto: CBioClima Como parte do projeto, no dia 19 de agosto, os pesquisadores acompanharam um campo em Itirapina, onde eles conheceram de perto as câmeras fenológicas. No dia seguinte, o CBioClima recebeu, na Unesp de Rio Claro, os pesquisadores chineses para um workshop focado em temas como mudanças fenológicas em florestas subtropicais, o impacto do uso da terra nas comunidades de aves e os efeitos das mudanças climáticas na biodiversidade. Visita à Embrapa Participantes no campo da Embrapa Foto: Embrapa. Nos dias 21 e 22 de agosto, a comitiva chinesa, composta por representantes de Beijing Normal University, East China Normal University e Zhejiang University, visitou a Embrapa Semiárido em Petrolina. Recebidos pela Chefe-geral da Embrapa Semiárido, Maria Auxiliadora Coêlho de Lima, o grupo participou de apresentações institucionais e palestras sobre fenologia vegetal e mudanças climáticas. A visita incluiu o site de referência Caatinga-FLUX Tower e a Trilha Ecológica da Caatinga, onde foram discutidos estudos sobre clima e vegetação, além de uma inspeção dos plots permanentes usados para monitoramento da fenologia e biomassa da Caatinga. Essa colaboração entre Brasil e China representa um avanço significativo na cooperação científica global para enfrentar os desafios das mudanças climáticas. A troca de conhecimentos possibilitará o desenvolvimento de soluções inovadoras aplicáveis não apenas na Caatinga, mas também em outros ecossistemas áridos e semiáridos ao redor do mundo. Espera-se que as descobertas influenciem políticas públicas voltadas para a conservação e manejo sustentável dos recursos naturais da Caatinga e enriqueçam o debate global sobre adaptação às mudanças climáticas, orientando ações eficazes para proteger a biodiversidade e garantir a resiliência dos ecossistemas.
- CBioClima recebe delegação da China
Evento explora impactos das mudanças climáticas na fenologia de plantas e Biodiversidade Por: Gabriela Andrietta No dia 20 de agosto, o CBioClima receberá uma delegação de cientistas da China para discutir os impactos das mudanças climáticas na biodiversidade. O evento acontecerá no auditório da biblioteca do Instituto de Biociências da UNESP Rio Claro. Venha aprender com especialistas sobre como as mudanças no clima estão afetando as plantas e os ecossistemas ao redor do mundo. A manhã será marcada por uma série de palestras proferidas por renomados pesquisadores chineses, trazendo novas perspectivas sobre as mudanças fenológicas, biodiversidade, e a interação entre clima e ecossistemas. Programação da Manhã: 08:20 – 08:40: Mudanças fenológicas em florestas subtropicais – Yongshuo Fu, Universidade Normal de Pequim Mais informações: https://scholar.google.com/citations?hl=en&user=-9-kpJ0AAAAJ 08:40 – 09:00: Uso da terra e comunidades de aves – Xingfeng Si, Universidade Normal de East China Mais informações: https://scholar.google.com/citations?user=VY2UKSgAAAAJ&hl=en&oi=ao 09:00 – 09:20: Efeitos do clima nas floras de angiospermas – Jian Zhang, Universidade Normal de East China Mais informações: https://scholar.google.com/citations?user=z4oGroQAAAAJ&hl=en 10:00 – 10:20: Intervalo para café 10:20 – 10:40: Estudos de biodiversidade nas ilhas do Lago das Mil Ilhas – Ping Ding, Universidade de Zhejiang Mais informações: https://www.researchgate.net/profile/Ping-Ding-2 10:40 – 11:00: Interações planta-frugívoro em reservatórios – Chen Zhu, Universidade de Zhejiang Mais informações: https://www.researchgate.net/profile/Chen-Zhu-35 Este evento é uma excelente oportunidade para entender as complexas interações entre clima, fenologia e biodiversidade!
- Livro de professor da Unesp é um dos vencedores do 1º Prêmio Jabuti Acadêmico
Obra escrita por Mauro Galetti, do Centro de Pesquisa em Biodiversidade e Mudanças do Clima, foi premiado na categoria “Ciências Biológicas, Biodiversidade e Biotecnologia”
- Livro do pesquisador Mauro Galetti vence Jabuti Acadêmico
Lançada pela Editora Unesp em 2023, a obra Um naturalista no Antropoceno foi contemplada na primeira edição desta premiação. POR: Michelle Braz Mauro Galetti, autor de Um Naturalista no Antropoceno, no Congresso Mundial de Frugivoria e Dispersão de Sementes, em Ilhéus/BA. Em evento no Teatro Sérgio Cardoso na cidade de São Paulo, na última terça-feira (6), o pesquisador e professor da Unesp, Mauro Galetti, venceu o Jabuti Acadêmico, na categoria Ciências Biológicas, Biodiversidade e Biotecnologia, com a obra Um Naturalista no Antropoceno: um biólogo na busca do selvagem (Editora Unesp, 2023). “Estou lisonjeado em poder levar a história da Biologia e da Ecologia ao grande público. Receber este prêmio é uma honra! Esta premiação dará mais visibilidade para a produção editorial da ciência brasileira”, salienta o autor. Galetti possui vasta trajetória no campo da pesquisa e docência. Entre as principais atuações, ele ajudou, por exemplo, a criar o programa de Pós-graduação em Ecologia e Biodiversidade no Instituto de Biociências da Unesp/Rio Claro, além de ser editor-chefe do periódico Global Ecology and Conservation (Elsevier, Amsterdam) e curador do maior banco de dados de biodiversidade da Mata Atlântica (Atlantic Data Papers). Atualmente, Galetti é um dos diretores do Centro de Pesquisa em Biodiversidade e Mudanças do Clima (CBioClima), um Centro de Pesquisa, Inovação e Difusão (CEPID) da FAPESP. A obra laureada compreende, na verdade, a estreia literária do pesquisador num fluxo narrativo autobiográfico com adensamentos críticos. “O principal problema que a Ciência enfrenta hoje é o negacionismo: não acreditarem sobre as mudanças climáticas, a extinção das espécies. Este livro foi uma resposta ao contexto vigente. Poder educar e mostrar a ciência de alta qualidade produzida no Brasil”, reforça o pesquisador sobre as reflexões para a confecção da obra. Galetti ainda destaca alguns enfrentamentos em relação aos processos de disseminação científica e seus vínculos necessários. “Nós, os cientistas, precisamos sair desta bolha acadêmica. Nosso desafio é chegar ao grande público de maneira acessível, tendo clareza e qualidade, mas sem banalizar. As pessoas querem ouvir o que a Ciência manifesta de soluções para os problemas ambientais, não só no Brasil, como no mundo”, complementa. Para mais informações sobre a obra Um naturalista no Antropoceno, acesse o site da Editora Unesp: https://editoraunesp.com.br/catalogo/9786557144541,um-naturalista-no-antropoceno
- LEM selection process
Our Lab The Molecular Evolution Laboratory at Unesp in Rio Claro, a key player in the CBioClima initiative, is responsible for core research activities within the “Microbiome for Sustainable Solutions” Working Pack. This pack is not just about analysis, but about making a real difference. It focuses on analyzing the microbiomes of preserved forests, agroecosystems, and degraded areas, with the aim of combining agricultural productivity and biodiversity conservation to ensure innovative sustainability and strengthen the productive sector. Your actions will be instrumental in understanding, preserving, restoring, and maximizing ecosystem engineering provided by interactions between insects, plants, and microorganisms. Currently, the Molecular Evolution Laboratory has the five following work opportunities within the context of CBioClima, with funding provided by FAPESP: Currently, the Molecular Evolution Laboratory has the five following work opportunities within the context of CBioClima, with funding provided by FAPESP: PhD 1 : Characterization of microbial diversity in soil and plant samples collected from highly conserved Brazilian biomes. (fellowship, monthly stipend: R$ 5.520,00 - R$ 6.810,00) PhD 2 : Characterization of microbial diversity in soil and plant samples collected from highly degraded and agroecosystem areas adjacent to Brazilian biomes. (fellowship, monthly stipend: R$ 5.520,00 - R$ 6.810,00) PhD 3 : Characterization of microbial functional diversity in attine ants garden in different Brazilian biomes. (fellowship, monthly: R$ 5.520,00 - R$ 6.810,00) MSc : Isolation, identification, and determination of growth rate of promising microbes found in soil and plant samples collected from highly conserved Brazilian biomes. (fellowship, monthly stipend: R$ 3.120,00 - R$ 3.300,00) You can read a summary of these projects at the following link: Granted fellowships . You may apply up to October 10th, 2024 filling out the form: https://forms.gle/NP71T6SE5bUC1Yjm6 Following your application, successful candidates will be invited to a video conference to align their interests with the Center's proposal. The ideal start date for successful candidates is Jan 2025.
- Estudo mostra por que é vantajoso preservar floresta nativa no entorno de áreas agrícolas
Ao estudar região de vinhedos no interior paulista, pesquisadores observaram que, nos locais mais conservados, havia maior diversidade de aves e de funções ecológicas por elas desempenhadas Foram selecionados para o estudo 19 locais em paisagens agrícolas com vinhedos no município de São Miguel Arcanjo, interior de São Paulo ( imagem: Prefeitura Municipal de São Miguel Arcanjo )
- Após furacão, forma como flor é polinizada muda no Caribe
À esquerda, beija-flor-de-pescoço-roxo visitando uma flor de helicônia; à direita, a flor sendo visitada pelo cambacica ( fotos: Ethan Temeles/Amherst College )
- Pesquisadores do CEPID CBioClima e INCTNanoAgro participaram da Gordon Research Conference nos EUA
Pesquisadores do CEPID CBioClima e INCTNanoAgro participaram da Gordon Research Conference nos EUA No período de 23 a 28 de junho de 2024 no Campus da Southern New Hampshire University em Manchester-New Hampshire nos Estados Unidos o Dr. Leonardo Fernandes Fraceto e Dra. Renata de Lima participaram na Gordon Research Conference -Nanoscale Science and Engineering for Agriculture and Food Systems - Impactful Nano-Applications for Sustainable Food Production ( https://www.grc.org/nanoscale-science-and-engineering-for-agriculture-and-food-systems-conference/2024/ ). Durante o evento, o Dr. Fraceto apresentou a palestra intitulada "Strategies to Develop Nano-Carriers Systems Aiming to Promote a Sustainable Agriculture ". Já a Dra. Renata de Lima, apresentou o poster intitulado “Synthesis of biogenic metallic nanoparticles as a strategy for controlling agriculture pathogens ”. Ambos apresentaram resultados de pesquisas desenvolvidas no âmbito do CEPID CBioClima ( https://www.cbioclima.org/ ) e INCTNanoAgro ( https://inctnanoagro.com.br/ ). O evento contou com cerca de 120 participantes de diferentes países e permitiu a interação com estudantes pesquisadores de diferentes países (EUA, Brasil, Espanha, Singapura, Itália, Canadá, Reino Unido, Holanda, Alemanha, Dinamarca etc) visando o estabelecimento de novas parcerias em pesquisa. Sobre a Gordon Research Conference The Gordon Research Conferences provide an international forum for the presentation and discussion of frontier research in the biological, chemical, physical and engineering sciences and their interfaces. GRC is a nonprofit organization dedicated to building communities that advance the frontiers of science. Our conferences bring a global network of scientists together to discuss the latest pre-publication research in their field. GRC's unique format focuses on discussion and provides conferees with the opportunity to network informally during free afternoon times. ( https://www.grc.org/about/ )
- Confira o vídeo do Lançamento do CBioClima, um Centro de Excelência em Pesquisa sobre Biodiversidade e Mudanças Climáticas
Lançamento do CBioClima: Um novo marco na pesquisa científica sobre Biodiversidade e Mudanças Climáticas Gabriela Andrietta Vídeo: Jorge Alves Marinho O CBioClima é o primeiro Centro de Pesquisa, Inovação e Difusão (CEPID) da Fapesp sediado na Unesp, marcando um avanço significativo na pesquisa científica. Este centro inovador se dedica a compreender a perda de biodiversidade diante da crise climática. A mesa de abertura do evento contou com a presença da Professora Maysa Furlan, vice-reitora da Unesp; do Professor Edson Cocchieri Botelho, Pró-reitor de Pesquisa da Unesp; do Professor Adalgiso Coscrato Cardozo, Diretor do IB-Unesp; da Professora Patrícia Morellato, Diretora do CBioClima; e do Professor Carlos Frederico de Oliveira Graeff, representante da FAPESP. Patrícia Morellato, diretora do CBioClima, enfatizou a relevância do tema no contexto das mudanças climáticas. "Nunca houve um CEPID com esse tema, e é um tema muito atual: entender a perda de biodiversidade em face da crise climática que estamos vivendo hoje," disse Morellato. Maurício Bacci Júnior, vice-diretor, destacou os 16 anos de trabalho que culminaram na criação do CBioClima. Sobre a importância do financiamento, Edson Cocchieri Botelho ressaltou: “O CEPID promove a pesquisa de qualidade em rede, congregando todas as unidades da universidade. De norte a sul do estado de São Paulo, conseguimos reunir pesquisadores altamente qualificados em um grande projeto comum.” A diretora do CBioClima, Patrícia Morellato reforçou que a reitoria prontamente atendeu à demanda para a contratação de gestores. “Já temos dois gestores, um técnico, e quatro concursos abertos para a contratação de mais funcionários em tempo integral para trabalhar no centro,” disse. Maysa Furlan acrescentou: “A instituição é responsável por manter toda a infraestrutura de pessoal e a infraestrutura física para que o CEPID possa realmente cumprir seu papel, que é trazer conhecimento de ponta nas áreas que ele se propõe a discutir.” Adalgiso Coscrato Cardozo, diretor do Instituto de Biociências do Campus de Rio Claro, enfatizou que “Toda a experiência adquirida no CEPID será disseminada junto à sociedade, nas mídias locais e nacionais, e esse know-how trará frutos muito importantes para a população próxima do campus e da região.” Internacionalização, Inovação e Disseminação A internacionalização, a inovação e a disseminação são eixos centrais para o CBioClima. Vitor de Miranda, Coordenador de Internacionalização, destacou a relevância da colaboração internacional como um pilar fundamental. "A colaboração com instituições internacionais não só eleva a qualidade das nossas pesquisas, mas também amplia as possibilidades de inovação e intercâmbio de conhecimento," afirmou. Mauro Galetti, Coordenador de Disseminação, enfatizou a importância da divulgação dos resultados para a sociedade. "É crucial que a sociedade tenha acesso às descobertas e inovações geradas no CBioClima. A disseminação efetiva dos resultados pode transformar o conhecimento científico em soluções práticas para os problemas cotidianos," ressaltou Galetti. Leonardo Fraceto também destacou a missão do centro em levar os frutos da inovação para a sociedade. "Nosso objetivo é garantir que a inovação gerada no CEPID possa auxiliar na resolução de problemas da sociedade, atendendo às expectativas e necessidades da população," concluiu. Impacto na Comunidade e na Carreira dos Pesquisadores Essa abordagem reforça o compromisso do CBioClima com a excelência científica e a responsabilidade social, buscando sempre a integração do conhecimento acadêmico com as demandas e desafios da sociedade. O CBioClima não se destaca apenas pela disseminação do conhecimento científico, mas também pelo impacto significativo que tem tanto para os pesquisadores quanto para a comunidade. Lara Santello, doutoranda, destacou a excelência dos cientistas envolvidos no CBioClima e a segurança proporcionada pelo financiamento garantido pela Fapesp até 2033. "A presença de pesquisadores renomados e o suporte financeiro contínuo criam um ambiente propício para avanços científicos de ponta," afirmou Santello. Diego Assis, pesquisador de pós-doutorado, vê no CBioClima uma oportunidade única para gerar conhecimento e desenvolver soluções que beneficiem a sociedade. "Trabalhar no CBioClima nos permite não só aprofundar nosso entendimento científico, mas também aplicar esse conhecimento de forma prática para resolver problemas reais," destacou Assis. Saura Silva, pesquisadora do CBioClima, reforçou a visão de seus colegas, enfatizando a paridade do centro com instituições de renome global. "Minha experiência como bolsista de pesquisa me permitiu constatar que nosso centro está em pé de igualdade com as melhores instituições do mundo em termos de excelência acadêmica e capacidade de pesquisa. Isso me motiva ainda mais a buscar novos desafios que tragam benefícios para a preservação da biodiversidade e, consequentemente, para a sociedade," declarou Silva. Oportunidades para Jovens Pesquisadores Rodrigo Valim, Graduando em Ecologia, Unesp Rio Claro, explicou que "Como aluno de graduação em Ecologia e participante de um projeto de iniciação científica, o CBioClima proporciona uma base sólida para quem está começando na carreira científica. O centro oferece não apenas oportunidades de experiência internacional, mas também um financiamento seguro. Desde sua criação, o CBioClima já se estabeleceu como um centro de referência em qualidade de pesquisa, o que é extremamente motivador para nós, jovens pesquisador Rafaela Forti, Mestranda ligada ao CBioClima, explicou: "Ter nascido e me formado em Ciências Biológicas em uma região que abriga um dos melhores centros de pesquisa do planeta é motivo de grande orgulho. A proximidade do CBioClima com a minha casa me permite dedicar-me integralmente à minha pesquisa de mestrado. Com essa infraestrutura de ponta e o suporte contínuo, sinto que não há limites para o que posso alcançar em minha carreira acadêmica." Com um compromisso firme em promover a excelência acadêmica a preservação da biodiversidade, o CBioClima visa a integração da pesquisa científica com as necessidades da comunidade, garantindo benefícios tanto para os pesquisadores quanto para a sociedade como um todo.
- Novo estudo destaca preocupação com estado de conservação da Mata Atlântica
Pesquisa mapeou mudanças ao longo dos últimos 34 anos. Legislação ambiental adotada a partir de 2006 ajudou a frear desmatamento, mas ganho de vegetação se deu majoritariamente na forma de fragmentos pequenos, enquanto obras de infraestrutura, como rodovias e ferrovias, causaram impactos importantes em áreas maiores de floresta.












